“Portugal não pode singularizar-se. Terá de apresentar fortes justificações para não expulsar diplomatas russos”
Diplomata desde 1971, António Martins da Cruz, ex-ministro dos Negócios Estrangeiros no governo de Durão Barroso, diz “nunca ter visto um movimento de retaliações diplomáticas a este nível, nem no tempo da União Soviética”. Diana Soller, investigadora associada do Instituto Português de Relações Internacionais (IPRI), refere ao Expresso que Portugal, que optou - pelo menos por enquanto - por não expulsar ninguém, “perdeu uma oportunidade de fazer parte de um grupo de países que quer repor o direito internacional”