Três décadas de braço dado com o poder
É a estrela maior da gestão em Portugal. A implosão da PT e o terramoto na banca retiraram do palco quem lhe poderia fazer sombra. Há uma década a liderar a EDP, é o gestor mais bem pago do país e um dos mais poderosos. A política já não o seduz, hoje são as artes o que mais o entusiasma. A gestão continua a ser uma paixão, mas os tempos e o novo acionista, a China Three Gorges, obrigam a uma maior discrição mediática. Aos 58 anos, uma carreira no exterior está fora de questão